Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Coelho Bravo


Momentos de uma espécie tremendamente mal tratada, em termos "virulogicos", pela mão humana.






Porto de Mós, Julho de 2016

sábado, 16 de julho de 2016

Raposa em tempo de luar

Porto de Mós, 15/07/2016 - 23h50

Latidos e mais latidos, fortes e denunciantes de que algo se movimentava sob a luz do luar de Julho e exigiam que o dono fosse verificar.
O dono e a dona, pois claro! E sob o luar um vulto de um canídeo movimentava-se nas imediações do canil. Apontada a lanterna o vulto revelou pertencer a uma raposa, que de volta de um amontoado de pedras, provavelmente, tentava localizar um rato do campo, um petisco!
De imediato fui buscar a caçadeira de 300mm, carreguei-a com ISO 2500 e flash acoplado, apontei e disparei na sua direcção.
Caiu redonda ao primeiro tiro!
Mais um, outro e ainda outro disparo, somados foram sete...indiferente, a mesma continuou, tornou a passear junto dos perdigueiros como se nada fosse e embrenhou-se no carrascos até desaparecer completamente...










sábado, 2 de julho de 2016

Rola Brava

Algumas fotos de rolas deste ano de 2016.
Elas continuam a vir, eu continuo a alimenta-las e em troca tenho estas poses para retratos!

Porto de Mós, de Abril a Junho








quarta-feira, 29 de junho de 2016

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O primeiro sangue da carabina

Sem publicar neste blog há algum tempo, eis que um motivo de força maior me obrigou a retomar às publicações no Alecrim.
Desde que me iniciei na prática da actividade cinegética que sempre tive o desejo de possuir uma carabina e em Janeiro de 2011 esse sonho concretizou-se, mais precisamente a 21 de Janeiro.
No entanto passados estes anos a carabina continuava virgem em termos cinegéticos. Nunca tinha feito sangue, umas vezes por não haver alvo outras por o alvo ser "pequeno", digamos assim.
Ora, como não há fome que não dê em fartura, no dia 21 de Fevereiro de 2016 essa fartura bateu-me à porta, literalmente.
Dois javalis tombaram com as 9,3 enviadas pela Browing Bar, um redondo, a dar a cambalhota como mandam as regras e o outro a aguentar a carga inicial e a dar mais algumas passadas até ao suspiro final.
São estes os momentos que ficam na retina e na memória.

Os momentos: