Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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sábado, 2 de junho de 2012

Mais um vizinho...

...este ano, até agora, os meus vizinhos têm ficado.
Esperemos que a hemorrágica não "ataque"...


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rolas, rolas, rolas...

Já as tinha ouvido cantar, mas ainda não as tinha conseguido "agarrar" em foto. Hoje pelas 19h00, tornei a ouvi-las cantar e consegui fazer este registo...




O ano passado, em Agosto, escrevi um post sobre as rolas e é com todo o gosto que vejo o seu regresso ao mesmo eucalipto.

O post do ano passado:
Rola...o regresso?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Calendário Venatório 2012 a 2015

Em 11 de Maio foi publicada a Portaria nº 137/2012 que estabelece o calendário venatório para as épocas 2012-2013, 2013-2014 e 2014-2015, revogando a portaria nº 147/2011 de 07/04/2011, que por curiosidade também já estabelecia o calendário para três épocas!!

Analisada a portaria, podemos extrair que para o terreno ordenado, relativamente à caça menor, temos 4 "Aberturas", sendo que as principais alterações relativamente ao ano anterior são:

  • A abertura do 15 de Agosto passa para o 3º domingo de Agosto (em 2012 é a 19)
  • A abertura aos "patos" a 19 de Agosto apenas contempla o Pato-Real, a Galinha de Água e o Galeirão.
  • Os restantes "patos" passam a ter a abertura a 1 de Outubro.
  • A "abertura geral" passa para o 1 de Outubro

1ª Abertura


2ª Abertura


3ª Abertura


4ª Abertura


Para descarregar em formato PDF as tabelas das aberturas carregue aqui

Ligação para a portaria:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Relatório CERVAS

Muitas vezes, nós caçadores, "somos acusados" de sermos uns principais causadores de mortandade e deficiência física de animais, nomeadamente devido à utilização de armas de fogo, com o típico discurso "...atiram a tudo o que mexe!".
Através de um amigo, tive o privilégio de conhecer virtualmente a associação Aldeia e o projecto CERVAS.
Este projecto de um modo geral dedica-se à ecologia, recuperação e vigilância de animais selvagens, elaborando anualmente um relatório discriminativo de toda a sua actividade.
As conclusões do referido relatório são inequívocas e "chumbam", ironia à parte, o argumento referido no primeiro parágrafo.
No universo de 301 animais (vivos e mortos) que deram entrada no CERVAS, "apenas" cinco foram resultantes de "tiro/disparo", conforme se pode comprovar na página 53 do relatório, sendo que a principal causa de entrada foi a queda do ninho, seguido do atropelamento.
Aceitando a queda do ninho como circunstância natural, fica o atropelamento como a principal causa de morte "não natural", ou seja, através de acção humana, e aqui a responsabilidade pode ser transversal a todos, caçadores e não caçadores.
Esta causa, em grande parte, resulta da diminuição do território natural das espécies e à expansão urbanística/rodoviária desordenada do nosso território nacional.
Citando o meu amigo:
"...mais importante, permite-me continuar a insistir que falta um debate profundo e sério sobre o equilíbrio dos nossos ecossistemas, a sua relação directa com os valores tradicionais da caça e da agricultura e a necessidade imperiosa de criar conhecimento sobre o que fazer para que o campo produza a biodiversidade necessária ao seu equilíbrio e papel fundamental das espécies cinegéticas no mesmo.
A entidades como a CERVAS, comunidade cientifica, associações de agricultores e caçadores, autoridades locais e de fiscalização, defensores da natureza, órgãos de soberania e outros, deixo o desafio para se pensar e transmitir conhecimento..."
Como caçador, amante da natureza e de toda a biodiversidade, elogio o trabalho desenvolvido pela referida associação, lamentando apenas, que como seus parceiros não exista uma única associação representativa dos caçadores.

João Pereira

sexta-feira, 20 de abril de 2012

EXPOCAÇA 2012

18, 19 e 20 de Maio de 2012 no centro de exposições de Santarém.
Para os interessados aqui fica o link para o programa...

EXPOCAÇA (clicar aqui)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Perdiz Vermelha (alectoris rufa)

A caça é mais do que o simples acto de sair para o campo com a arma e os cães, a caça tambem é isto...




...descobrir um par de perdizes "enamorado" em pleno período de defeso e observar toda a sua beleza...



...observar como o perdigão se afasta do perigo olhando-nos nos olhos.

É sem dúvida a rainha da caça menor!

(fotos recolhidas em 03/04/2012, pelas 10h08 (UTC) na ZCA de Alvados/Alcaria - Porto de Mós)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Coelhos no defeso

Mesmo com um calor fora do normal, eles andam aí...e gostam da sombra!
Aqui ficam algumas fotos de hoje, 26/03/2012, entre as 11h00 e as 14h00.





segunda-feira, 12 de março de 2012

Montaria do Clube Caçadores de Belver - Outeiro 25/02/2012

Para terminar  a época, nada melhor que participar numa montaria entre amigos, conhecidos e a "jogar" em casa, em termos de conhecimento do terreno.
Escrevo da montaria do Clube de Caçadores de Belver, onde para alem da boa disposição e simpatia, o servir e bem servir está sempre presente.
O resultado não podia ser melhor...12 javalis e muitos tiros quase a atingir o alvo!!!!
Quanto a mim, fiz parte dos que quase acertaram no alvo!
Para o ano há mais!
Para mais tarde recordar, aqui ficam as fotos:

Partida para a mancha...

 A recolha...sempre difícil e complicada...


O quadro final...com a equipa "Alecrim da Fornea" e o amigo Victor Pires...


Os doze...

Um agradecimento público ao amigo António Marques.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cartuchos vazios

Não haja dúvidas, se existe espécie que provoca alegrias aos armeiros e fabricantes de cartuchos é o tordo.
Do mesmo modo será a espécie, na caça menor, que mais provoca "desgaste" no orçamento do caçador em gastos com cartuchos.
No entanto este post não tem a ver com questões orçamentais, tão em voga no momento, mas apenas e só com o resultado final de uma boa jornada aos tordos (que este ano raramente aconteceu!), nomeadamente os cartuchos vazios.
Cartuchos vazios, que devido ao elevado nº de tiros  que a caça ao tordo permite, se acumulam nos locais de caça e que, chamemos-lhe esquecimento, ficam abandonados no local.
Penso que ninguém gosta de chegar ao local de caça e encontrar dezenas de cartuchos vazios, dando uma imagem negativa do caçador e consequentemente criticas, quer dos proprietários dos terrenos, quer por parte dos "outros".
Embora fiquemos numa posição comprometedora, pouco custa no fim da jornada efectuar a recolha dos cartuchos vazios.


Saudações cinegéticas.
João Carlos Pereira

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Novos vizinhos! - Parte 2

Elas cá continuam e agora com companhia. Embora as fotos são sejam como eu queria, mas aqui ficam...