Dedicada ao coelho e pela mão de Victor Pires aqui fica mais uma receita a experimentar!
(o primeiro que o fizer que informe!!!!!!!!!!!!!)
INGREDIENTES:
• 1 Coelho bravo;
• 2 tiras de Toucinho salgado (alternativa 1 colher sopa de banha);
• 2 Cebolas pequenas;
• 2 Tomates pequenos;
• ¼ dum pimento vermelho;
• 6 dentes de alho;
• 2 Folha de louro;
• 1 molho salsa;
• 1 molho coentros;
• 1 colher chá de Ervas de Provence;
• 1 Caldo Galinha;
• 1 Malagueta;
• Pimenta qb;
• 2 dl azeite;
• 0,75l Vinho Tinto de qualidade;
• 1 pequeno cálice de bagaço;
• Farinha qb;
• Sal qb.
PREPARAÇÃO DO COELHO
• Esfola-se o Coelho e retira-se as vísceras. Lavar bem a zona da barriga, pois trata-se de órgãos que poderão romper com a chumbada.
• Num recipiente de louça, barro ou plástico (nunca de alumínio ou inox, porque reage com o vinho e os temperos) corta-se o Coelho, salga-se bem e tempera-se com pimenta.
• Prepara-se uma marinada feita com parte do vinho tinto, os alhos cortados grosseiramente, o louro aberto ao meio e sem o caule e uma cebola picadinha, que se junta ao Coelho. Cobre-se o preparado com papel prata ou película aderente e coloca-se no frio até ao dia seguinte.
PREPARAÇÃO DO COZINHADO
• Num tacho preferencialmente de barro, junta-se 1 dcl de azeite e coloca-se as tiras de toucinho a fritar. Quando fritas, lourinhas e bens escorridas, sugiro... que as retirem do tacho para cima duma fatia de pão caseiro e comece a degustá-las imediatamente com um cálice do vinho tinto! Aqui começa o repasto!
• Separa-se da marinada os pedaços do Coelho, deixando escorrer bem. Num papel prata coloca-se farinha e passe os pedaços nesta. Junte no tacho o restante azeite e aloure-os bem.
• Enquanto o Coelho frita um pouco, coe a marinada separando a parte sólida do vinho, de modo a nada se perder;
• Junte ao Coelho quando lourinho a parte sólida da marinada, a outra cebola, a salsa e os coentros picados, os tomates pelados e cortados aos pedaços, o pimento às tiras e a malagueta.
• Depois de refogar a gosto, juntar o caldo galinha, as Ervas de Provence, o vinho da marinada e o cálice de bagaço. Provar de sal e retocar se necessário;
• Tapar o tacho, levantar fervura com lume forte e deixar cozer tudo em lume brando até o Coelho estar macio. Não esquecer de mexer com regularidade e controlar o tempero.
• Caso o Coelho necessite de maior tempo de cozedura, juntar vinho tinto e retocar tempero de sal.
Serve-se preferencialmente com batatas fritas ou cozidas com legumes salteados em azeite, alho esmagados, coentros e orégãos.
BOM APETITE e não esquecer que a Caça não é desporto… é Paixão!
VICTOR PIRES
Caçadas Alecrim da Fórnea
Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Festa dos Sabores da Caça
Em pleno coração do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, na belissima freguesia de Alcaria, no concelho de Porto de Mós e distrito de Leiria, nos dias 12 e 13 de Março do corrente ano, irá realizar-se a Festa dos Sabores da Caça...introduza as coordenadas no seu GPS e vá até Alcaria.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O novo terrorismo ecológico
Da autoria do amigo Victor Pires, fica aqui um excelente trabalho de pesquisa e analise pessoal, sobre a caça, seus problemas e soluções.
Um texto que vale a pena ler até ao fim, analisar e questionar-nos sobre qual a função dos que oficialmente têm a obrigação de preservar as espécies e aqueles que a todo o custo querem terminar com a caça, justificando-se com a "preservação" das mesmas.
Devido à extensão do texto fica aqui o link para o google docs...
O novo terrorismo ecológico, por Victor Pires
Pela caça e preservação das espécies!
João Pereira
Um texto que vale a pena ler até ao fim, analisar e questionar-nos sobre qual a função dos que oficialmente têm a obrigação de preservar as espécies e aqueles que a todo o custo querem terminar com a caça, justificando-se com a "preservação" das mesmas.
Devido à extensão do texto fica aqui o link para o google docs...
O novo terrorismo ecológico, por Victor Pires
Pela caça e preservação das espécies!
João Pereira
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Montaria do Clube de Caçadores de Belver - Outeiro, 05/02/2011
Montaria organizada pelo Clube de Caçadores de Belver, onde para além do resultado da caçada em si, o mais importante seria o convívio de amigos e conhecidos, pois já se suspeitava que os porcos andavam do outro lado do Tejo.
Alguns tiros (dei três e todos ao lado, mas tenho desculpa, eh! eh!, foram a 95 metros, medidos no google earth) e um porco bem razoável, foi o resultado, tendo-se finalizado com um belo almoço no Centro de Cultura e Recreio Outeirense.
Para o próximo ano quero lá voltar!
E para a posteridade aqui ficam as imagens...
...a partida...
...em descanso...
...vista geral da porta 33...
...a recolha...
Alguns tiros (dei três e todos ao lado, mas tenho desculpa, eh! eh!, foram a 95 metros, medidos no google earth) e um porco bem razoável, foi o resultado, tendo-se finalizado com um belo almoço no Centro de Cultura e Recreio Outeirense.
Para o próximo ano quero lá voltar!
E para a posteridade aqui ficam as imagens...
...a partida...
...em descanso...
...vista geral da porta 33...
...a recolha...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O 9,3x62 e o Calibre 12
A título comparativo, de tamanho claro, aqui fica uma foto do 9,3 e do C12 em bala. Para breve um post sobre tabelas balisticas dos calibres mais conhecidos.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Montaria da Herdade da Chaminé/CTT - Montargil - 29/01/2011
“Bem, é desta que vou baptizar a Browning e ver o efeito da Oryx 9,3 no porco!”
Quer dizer, pensava eu!!!!!!
Pois, a montaria foi interessante em termos paisagísticos, vi coelhos, lebres, raposas, pombos, aves de rapina, penso que era uma águia de asa redonda, mas porcos nem o cheiro!
Para 90 e qualquer coisa portas, o resultado foi dois porcos, depois de “meia dúzia de tiros”, mas visto pelo lado positivo, que é o que interessa, fomos, participamos e regressamos sem incidentes.
Para mais tarde recordar, ou não, aqui ficam as imagens.
A partida...
E para terminar...houve um que falhou um porco com três tiros!!!!!!, não escrevo quem foi.
Quer dizer, pensava eu!!!!!!
Pois, a montaria foi interessante em termos paisagísticos, vi coelhos, lebres, raposas, pombos, aves de rapina, penso que era uma águia de asa redonda, mas porcos nem o cheiro!
Para 90 e qualquer coisa portas, o resultado foi dois porcos, depois de “meia dúzia de tiros”, mas visto pelo lado positivo, que é o que interessa, fomos, participamos e regressamos sem incidentes.
Para mais tarde recordar, ou não, aqui ficam as imagens.
A partida...
...a porta nº 38
...os que dão o corpo ao manifesto...
...um dos que ficou, macho mas sem dentes!...
...a equipa que viajou até Montargil...
Fernado Bernardes, Nuno Pereira, Sérgio Campos, Paulo Santos e João Pereira.
E para terminar...houve um que falhou um porco com três tiros!!!!!!, não escrevo quem foi.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O calibre 9,3x62
A compra de uma carabina é sempre complicada. Começa pela marca, pelo tipo de funcionamento, seguido do calibre ou vice-versa.
No meu caso já tinha a marca e tipo, faltava o calibre “certo” e para isso fiz a pergunta:
Que tipo de caça faço e qual o animal a caçar?
No meu caso a resposta é simples, caço em montaria ao javali e eventualmente a um ou outro veado, mas também quero experimentar as esperas aos javalis.
Para este tipo de caça e no meio de uma quase infinidade de calibres, ficaram dois, o .30-06 e o 9,3x62.
Posto isto e depois de muito ler, ouvir, reler e interpretar tabelas balísticas, optei pelo 9,3x62.
Porquê?
Porque dos 9,3 mm para os 7,62 mm do.30-06 “distam” 1,68 mm e para mim, na minha modesta opinião, estes quase 1,7 mm fazem diferença, para além, de que o peso mínimo do projéctil do 9,3 situa-se nos 15 gramas contra o máximo de 13 gramas no.30-06 (estes pesos referem-se à marca de munições “NORMA”).
E para um javali em fuga, “carregado” de adrenalina, com uma carapaça quase, eu escrevi quase, à prova de bala, penso que resulta melhor o 9,3 com 18,5 gramas do que o 7,62 com 13gramas, mas vamos ver na experiência pessoal. Espero que seja já este sábado!!!!!!!!!
Sim, está bem, tem mais recuo-o e faz mais “barulho”, mas não afecta a capacidade de dobrar o tiro, corrigindo um primeiro tiro falhado!
Quanto às tabelas balísticas ficam para um próximo “post”.
Saudações cinegéticas
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Perdiz à Alecrim da Fôrnea
Na sequência do desafio do amigo Victor Pires, aqui fica mais uma receita...
Pique a cebola.
Adicione a cebola, os dentes de alho, o louro, o azeite no tacho de barro e inicie o refogado.
Deixe alourar.
Quando estiver pronto o refogado, adicione as perdizes.
Junte os orégãos, a salsa, os coentros, o pimentão e o alecrim, iniciando a cozedura.
Regue com o vinho.
Envolva os ingredientes e as perdizes de forma uniforme, deixando cozer em lume brando.
Imagens desta receita em http://cacadasalecrimdafornea.blogspot.com/2010/12/de-por-agua-na-boca.html
Perdiz à Alecrim da Fôrnea
Ingredientes:
- 4/6 Perdizes
- 1 Cebola grande
- 3 Dentes de alho
- 2 a 3 folhas de louro
- Orégãos
- Coentros
- 1 Ramo de Salsa
- 4 Pequenos ramos de Alecrim
- Pimentão caseiro q.b.
- Azeite q.b.
- Sal q.b.
- Vinho branco q.b.
Modo de preparação:
Depois de depenadas e chamuscadas, abra as perdizes e corte-as em quartos e reserve.Pique a cebola.
Adicione a cebola, os dentes de alho, o louro, o azeite no tacho de barro e inicie o refogado.
Deixe alourar.
Quando estiver pronto o refogado, adicione as perdizes.
Junte os orégãos, a salsa, os coentros, o pimentão e o alecrim, iniciando a cozedura.
Regue com o vinho.
Envolva os ingredientes e as perdizes de forma uniforme, deixando cozer em lume brando.
Acompanha com couve-flor, batata frita ou migas e um bom vinho tinto.
Nota: Utilize preferencialmente um tacho de barro.
Autoria: Teresa Parracho
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O disparo
Para alem do resultado final de uma caçada, com a fotografia clássica em que se mostram os troféus, também gosto de pormenores que raramente são mostrados ou contados por fazerem parte dos "bastidores".
No caso, aquando de uma caçada aos tordos, a imagem do momento do disparo com uma arma semi-automática, em que se vê o cartucho disparado a ser ejectado, o que está prestes a ser introduzido na câmara (de cor azul) na "rampa" e a culatra à retaguarda no movimento de armar.
De referir que toda esta acção decorre na fracção de segundo em que a carga do cartucho extraído está a atingir o tordo.
De referir que toda esta acção decorre na fracção de segundo em que a carga do cartucho extraído está a atingir o tordo.
Como escrevi em cima...pormenores!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
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