Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Perdiz à Alecrim da Fôrnea

Na sequência do desafio do amigo Victor Pires, aqui fica mais uma receita...

Perdiz à Alecrim da Fôrnea
 
Ingredientes:


  • 4/6 Perdizes
  • 1 Cebola grande
  • 3 Dentes de alho
  • 2 a 3 folhas de louro
  • Orégãos
  • Coentros
  • 1 Ramo de Salsa
  • 4 Pequenos ramos de Alecrim
  • Pimentão caseiro q.b.
  • Azeite q.b.
  • Sal q.b.
  • Vinho branco q.b.

Modo de preparação:
Depois de depenadas e chamuscadas, abra as perdizes e corte-as em quartos e reserve.
Pique a cebola.
Adicione a cebola, os dentes de alho, o louro, o azeite no tacho de barro e inicie o refogado.
Deixe alourar.
Quando estiver pronto o refogado, adicione as perdizes.
Junte os orégãos, a salsa, os coentros, o pimentão e o alecrim, iniciando a cozedura.
Regue com o vinho.
Envolva os ingredientes e as perdizes de forma uniforme, deixando cozer em lume brando.

Acompanha com couve-flor, batata frita ou migas e um bom vinho tinto.

Nota: Utilize preferencialmente um tacho de barro.

Autoria: Teresa Parracho

Imagens desta receita em http://cacadasalecrimdafornea.blogspot.com/2010/12/de-por-agua-na-boca.html


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O disparo

Para alem do resultado final de uma caçada, com a fotografia clássica em que se mostram os troféus, também gosto de pormenores que raramente são mostrados ou contados por fazerem parte dos "bastidores".
No caso, aquando de uma caçada aos tordos, a imagem do momento do disparo com uma arma semi-automática, em que se vê o cartucho disparado a ser ejectado, o que está prestes a ser introduzido na câmara (de cor azul) na "rampa" e a culatra à retaguarda no movimento de armar.
De referir que toda esta acção decorre na fracção de segundo em que a carga do cartucho extraído está a atingir o tordo.
Como escrevi em cima...pormenores!

          

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011

A todos os amigos e seguidores deste blog, um bom ano de 2011!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

No tempo das Cavernas

Para alguns não caçadores, nós caçadores, ainda vivemos no tempo das cavernas ou pelo menos temos atitudes dos homens das cavernas. Vem isto a propósito do que encontrei ao deambular pelo Google, mais precisamente no sítio do GEOCACHING em:
http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=06ddfc16-5d22-4ecb-9d49-b036d9b210b2&log=y&decrypt=

  
…excerto do texto…

  
(…)

October 19, 2008 by tofixe (1040 found)

#250

(…)

A aproximação:

Pegámos na trouxa e pusémo-nos a caminho. A pé. Quase sempre a subir, mas com bom piso e óptimos acessos. Até para btt. Ainda encontrámos dois caçadores que andavam às perdizes. Tinham apanhado uma, talvez culpa dos coletes reflectores e de alta visibilidade que envergavam...

Não fosse andar por ali um caçador com dedo rápido no gatilho e que dispare sobre tudo o que mexe.

Riscos da caça . No tempo das cavernas ainda se justificava...

Depois de termos descoberto as duas entradas e de termos seleccionado a mais alta (dobrar as costas custa ) entrámos na cavidade.

(…)

  
Pois, nos tempos das cavernas ainda se justificava que:

  • O marido batesse na mulher;
  • O pai violasse a filha;
  • A mãe abandonasse o(a) filho(a) no contentor do lixo ou noutro lado;
  • Utilizasse a linguagem gestual obscena, devido a uma qualquer manobra de trânsito;

Entre muitos outros exemplos, esses sim, dignos da idade da pedra e que me envergonham quer como pessoa, pai e cidadão.
Mas pelo simples facto de exercer e gostar de uma actividade que provoca a morte “dos bichinhos”, como dizem os "defensores" dos animais ou /e aqueles que gostam de estar em contacto com a natureza, somos encarados como homens das cavernas, esquecendo-se que esses “bichinhos” só existem em grande parte devido ao esforço físico e monetário da maioria dos caçadores.
O engraçado nestas actividades de contacto com a natureza, que a não caça, e da qual também gosto de praticar, principalmente em fotografia, muitos do seus praticantes esquecem-se onde e em que época do ano estão, praticando autênticas "cavernisses" …

Mas sobre esse tema, reservo-me para mais tarde!


 Saudações cinegéticas!


Nota: Imagen do Homem das cavernas retirada em http://megadethworld.com/caverna/2009/02/02/hello-world/


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O vôo da perdiz!

As vermelhudas não gostaram de pousar para o retrato e ainda não foi desta que consegui fixar em grande plano o levante de uma perdiz, mas hei-de conseguir!!!!!

De qualquer forma aqui ficam uma sequência de quatro fotos de um levante de um bando de 9 perdizes.




sábado, 18 de dezembro de 2010

Outra galinhola de Itália/Another woodcok from Italy

Francesco Esposto enviou mais umas fotos da sua caçada às galinholas em terras italianas com o seu cão "Asia".
Francesco Esposto last woodcok hunting photos with his dog "Asia".


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Caçada aos tordos em São Bento - Porto de Mós, 09/12/2005

Outros tempos, em tempos de vacas gordas, quero dizer de tordos gordos e em quantidade.
Depois dos incêndios dos verões de 2003 e 2004 e coincidencia ou não da instalação do parque éolico no Alqueidão da Serra, a nossa ZCA de Alvados/Alcaria nunca mais foi a mesma na "arribação" e pernoita dos tordos.
Quem não conhecia a "Cal", a Serra Galega, e outros locais desta ZCA????
Ficam estas imagens para mais tarde recordar de uma caçada na zona de caça municipal de São Bento...


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

JAVALI/VEADO ASSADO NO FORNO

Depois da ideia e aceite o desafio de Victor Pires, aqui fica uma receita da sua autoria.


JAVALI/VEADO ASSADO NO FORNO


INGREDIENTES:

• Presunto de Javali/Veado;
• 2 Limões;
• Sal qb;
• Vinho Tinto;
• Vinho Branco seco;
• 1 dcl de Bagaço;
• 1 cabeça de Alho;
• 2 Cebolas grandes;
• 6 folhas de Louro;
• Orégãos;
• 1 colher de chá de Alecrim seco;
• Raminho de Tomilho fresco (2 ou 3 pés, conforme o seu tamanho);
• Ramo de Salsa;
• Ramo de Coentros;
• Pimenta preta qb;
• 1 Cenoura média;
• Vinagre de vinho;
• 2 dcl de Azeite;
• Banha;
• Massa de Pimentão ou colorau;
• 2 malaguetas;
• Batatas;


A Preparação da Carne inicia-se com a descongelação da peça. Quando meio descongelada, acaba o processo imersa em água fria, que será mudada 2 ou 3 vezes para libertar a maior quantidade de sangue possivel (no tempo quente, ir adicionando cubos de gelo, para que a água esteja sempre fresca).

Após a descongelação, escorrer as peças e esfregá-las com os limões, reservando pelo menos ½ hora em local fresco. De seguida golpear a carne espaçadamente (4 a 6 golpes, conforme o tamanho da peça) a 360⁰ e até ao osso (não partir o osso para manter as peças inteiras). Salgar bem toda a peça, inclusive no interior dos golpes e reservar em sítio fresco;

Iniciar a preparação da Marinada. Em recipiente de barro ou de plástico (nunca de inox ou de alumínio), juntar ao vinho tinto a cenoura finamente cortada às rodelas, ½ dos dentes de alho esmagados, 4 folhas de louro partidas ao meio e sem o caule interior, 1 cebola picada, o alecrim, o raminho do tomilho picado, ½ do ramo de salsa picado, ½ do ramo de coentros picado. Mergulhar a carne no preparado, de modo a ficar toda imersa, reservardo-se em lugar fresco ou no frigorifico coberta com plástico aderente, pelo menos 24 horas e voltando a peça com regularidade. Juntar à marinada o cálice de bagaço, caso se utilize vinho branco (na ausência de vinho tinto).

Iniciar a preparação do Assado reservando a peça de carne e coando-se finamente a marinada de modo a nada se perder do seu conteúdo sólido. O vinho tinto da marinada deita-se fora, porque absorve o restante sangue da peça e os seus sabores mais intensos (muito importante quando se trata de Javali macho ou de carne com cheiro muito intenso). Aos ingrediente coados junta-se 4 ou 5 colheres de banha ligeiramente aquecida, 2 ou 3 dentes de alhos esmagados, oregãos, massa de pimentão a gosto ou colorau, as malaguetas moídas, pimenta a gosto, 1 ou 2 colheres de vinagre e um pouco de vinho branco até fazer uma papa, que vamos utilizar para cobrir e impregnar toda a peça.

Em tabuleiros preferencialmente de barro, coloca-se no fundo o azeite, as cenouras da marinada, a outra cebola cortada às rodelas, os restantes ramos de cheiros, a peça de carne preparada e o vinho branco.

Levar o tabuleiro ao forno de preferência a lenha, coberto com papel de alumínio (parte brilhante para baixo). Após a segunda volta da carne, quando o forno já estiver mais brando, destapar e dar mais duas voltas para alourar a carne e apurar.

Preparar as Batatas, cortando-as em quadrados e dispondo-as num tabuleiro de barro (preferencialmente). Juntar azeite para cobrir o fundo do tabuleiro e temperer polvilhar as batatas com sal grosso. Efectuar um preparado de massa de pimentão, alhos esmagados qb, um pouco de vinho branco, retirar o caule interior de 2 folhas de louro e esmagá-las à mão, orégãos e algumas folhas de alecrim a gosto. No próprio tabuleiro de levar ao forno, envolver bem as batatas com este preparado e reservar para que a batata “marine”. Levar ao forno 1 h depois de iniciar o assado da carne, quando o forno estiver já a uma temperatura de 160/170⁰, juntando 2 ou 3 colheres do molho do assado.

Atenção:

• Caso a marinada seja de vinho tinto é necessário utilizar no tabuleiro vinho branco fresco e previsivelmente terá que se retocar temperos principalmente de de sal.

• Nunca utilizar para a marinada tabuleiros de metal e principalmente de alumínio, porque reage com os ingredientes da marinada e é tóxico.

• Muito cuidado com todo o processo de preparação da carne, porque trata-se de carne brava não sangrada, necessitando de descongelação, manuseamento e conservação, com temperatura controlada sempre… sempre… fresca.

• Se não tiver forno a lenha, asse a peça coberta com o papel prata a 200ºc e quando juntar no forno as batatas, destape e reduza para 170ºc para alourar e apurar.



Bom Apetite e não esquecer que a Caça não é Desporto… é Paixão!

VICTOR PIRES



sábado, 11 de dezembro de 2010

O meu vizinho

Não sei o nome, mas chamo-lhe "o orelhas", e trata por tu os meus cães...quando estão fechados no canil!!!!!



Como se encontra num local "protegido" em vez de chumbo nº6 levou com ISO100 da Canon 450D.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010