Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Alectoris Rufa - Momentos 2018

Porto de Mós, 05/11/2018
Um resumo da temporada de caça à Perdiz Vermelha, desde o calor sufocante dos primeiros dias de Outubro, que não davam descanso e não permitiam uma jornada "normal" às perdizes, até ao principio de Novembro, com temperaturas mais amenas e alguma chuva.
Terminada este época às verdadeiras perdizes, ficam as memórias de cada lance que mais que uma foto, gravaram também os cheiros, sentimentos e o cansaço gratificante da caça à alectoris rufa.









domingo, 5 de novembro de 2017

Terminus da época 2017/2018 às Alectoris Rufa

No último dia às alectoris rufa na minha associativa, resolvi dar descanso ao perdigueiro e "convocar" a nova aquisição para matos mais fechados. Situação que se está a generalizar por toda associativa e a continuar assim, os perdigueiros deixarão de ter terreno para caçar, pelo menos na sua forma clássica de caçar, pois furar mato não é com eles!
E na estreia da "rapariga", esta não ficou nada mal, vamos ver a continuação...






quinta-feira, 19 de outubro de 2017

O primeiro par alectoris rufa de 2017

Alvados, 15/10/2017
Mais um dia suado com temperaturas a quererem ultrapassar os 30 ainda antes do meio-dia!
Pouco mais a dizer, com alguma sorte e persistência, um par de perdizes veio a ser pendurado no cinturão.


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Primeiro dia aos coelhos 2017/2018

Muito, muito calor, foi um dia quentissimo para a estreia da nova aquisição coelheira para a época 2017/2018 e seguintes...


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Primeiros pombos de 2017/2018

Domingo, 03/09/2017

Tendo perdido a oportunidade de fazer descer ao solo alguns torcazes no passado domingo de Agosto, este, o primeiro de Setembro foi-me permitido faze-lo!
Embora com alguns tiros a atingir claramente a zona marginal dos torcazes, depois de algumas tentativos o objectivo foi conseguido.
Dois torcazes para uma bela canja!





quinta-feira, 2 de março de 2017

Terminus da época 2016/2017

Para finalizar a época 2016/2017 fui á batida às raposas do meu clube de caça, Clube de Caçadores de Alvados.
- Batida às raposas?
- Mas as raposas caçam-se? Não estão em extinção?
De repente, mais uma espécie a necessitar de apoio e lá para os lados da grande Lisboa dedicados movimentos e grupos de apoio à mesma, com petições publicas e tudo, foram criados.
Não gosto de extremistas, nem do discurso "se eu mandasse".
Pessoalmente e passe a imodéstia, tenho a capacidade de ter uma visão mais alargada e desprendida de extremismos, possivelmente fruto de uma vivência onde diversos mundos" se cruzam.
Sou caçador e serei sempre, quer com arma, quer com máquina fotográfica. Estou sempre a caçar, mesmo que não tenha nenhuma delas. Sim, sem arma ou máquina fotográfica também caço!
Consigo estar em duas situações porque respeito a lei e respeito os animais.
Quando caço com arma faço-o respeitando a lei e conhecedor das suas limitações enquanto espécie. Sabendo que em alguns dias poderei ganhar-lhes e noutros não, daí a expressão "um dia é da caça outro do caçador". Não me importo com o resultado final, simplesmente porque gosto de caçar.
Quando caço com a máquina fotográfica procuro sempre ganhar, neste caso conseguir um bom retrato! E mesmo podendo usar meios não legais em termos cinegéticos nem sempre consigo "caçar" o melhor retrato.
E, então porque não caço apenas com a máquina? 
Simplesmente porque gosto, gosto de armas, gosto do tiro, não sei explicar, sente-se! Do mesmo modo existem outros que gostam de correr, andar de bicicleta, praticar isto ou aquilo. Fazem-no porque gostam, dá-lhes prazer.
Tudo isto porquê?
Porque fui a uma batida às raposas e parece que sou um criminoso. Sim, fui às raposas como vou às perdizes, coelhos, tordos, javalis e outras espécies cinegéticas, fui e cacei uma.
Fui e continuarei a ir. 
Irei e continuarei a gostar dos animais e sempre que puder a retrata-los, gosto de retrata-los, gosto dos caçar, com ou sem arma.
Agora, caça com arma só em Agosto, até lá a canon acompanhar-me-à.






A minha caça maior em 2016/2017

Se o entusiasmo pelas montarias se mantém, não é pela organização de algumas delas. Esta época foi para esquecer, lamentável mesmo.
Com a escassez de caça menor, a moda é a caça maior, como já alguns expressam "é a caça do futuro"!
Como monteiro a minha exigência passa acima de tudo por uma boa organização e esta vai desde o momento em que marcamos a nossa presença até ao regresso a casa. Pelo meio temos a inscrição no local, pagamento, sorteio de portas, taco, deslocação para a mancha, colocação nas portas, largada dos cães, deslocação dos matilheiros na macha, existência efectiva de caça, tiro, terminus da montaria, recolha dos monteiros, almoço, quadro de caça e leilão (quando for o caso).
Ora, pelo que vi esta época, as organizações ficaram-se pela inscrição e pagamento como os momentos mais importantes, relevando ou mesmo menosprezando os outros momentos que referi de uma montaria.
Em resumo o que me calhou esta época foram simplesmente grandes barretes!
Pode ser que para a próxima época seja diferente, pelo menos nas minha escolhas que serão a norte do rio Sorraia.
Alguns momentos...






domingo, 18 de dezembro de 2016

Um navalheiro portomosense

Preâmbulo

Uma vez que, quando publico este post, estamos em plena época natalícia e o seu espírito deve estar presente em todos os católicos e outros crentes, dedico este post aqueles que por vezes se esquecem do 8º mandamento da lei de Deus e se deixam consumir pelo 2º pecado mortal.

Um navalheiro portomosense

Não, ainda não apanhei o "bicho" das esperas. Faço esperas mas com máquina fotográfica, ao javali gosto mais de uma montaria pela dinâmica do tiro e a movimentação de cães e javalis, mesmo com todas as suas vicissitudes, digamos assim.
No entanto admiro quem as faça, quer pela adversidade das condições atmosféricas, quer pelo isolamento "nocturno" e tudo o mais.
Tudo isto para chegarmos às 21h45 do dia 07 de Novembro de 2016, momento em que recebo um telefonema, onde do outro lado da "linha" uma voz carregada de adrenalina exclama:
"- Tombei um grande!"
O efeito foi contagiante.
"- Vou só mudar de roupa, pegar a máquina fotográfica e em cinco minutos estou aí!
No local pude confirmar. Um belo navalheiro tinha tombado com o peso de uma 9,3x62 correctamente encaminhada pela BROWNING BAR do meu irmão.
Parabéns!

Para memória futura ficam aqui as fotos do momento e a ligação para o vídeo.

O momento para mais tarde...




Os dentes:



A equipa de apoio:



O video:

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Às perdizes na época 2016/2017

Mais um dia de perdizes na época 2016/2017. Com vento de sul/sudoeste a volta tem de ser diferente e a "caça" sabe disso, deixando o caçador e cães a apontar para o vazio.
No entanto nem todas têm as manhas apuradas e algumas são apanhadas desprevenidas!

Os momentos:





sábado, 8 de outubro de 2016

Início de época 2016/2017

O primeiro dia de caça às perdizes é sempre o primeiro!
 Época após época o desejo de escutar o arranque de uma vermelhuda está sempre presente.
A começar no dia 02 de Outubro, o primeiro dia não podia ser melhor...




segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O primeiro sangue da carabina

Sem publicar neste blog há algum tempo, eis que um motivo de força maior me obrigou a retomar às publicações no Alecrim.
Desde que me iniciei na prática da actividade cinegética que sempre tive o desejo de possuir uma carabina e em Janeiro de 2011 esse sonho concretizou-se, mais precisamente a 21 de Janeiro.
No entanto passados estes anos a carabina continuava virgem em termos cinegéticos. Nunca tinha feito sangue, umas vezes por não haver alvo outras por o alvo ser "pequeno", digamos assim.
Ora, como não há fome que não dê em fartura, no dia 21 de Fevereiro de 2016 essa fartura bateu-me à porta, literalmente.
Dois javalis tombaram com as 9,3 enviadas pela Browing Bar, um redondo, a dar a cambalhota como mandam as regras e o outro a aguentar a carga inicial e a dar mais algumas passadas até ao suspiro final.
São estes os momentos que ficam na retina e na memória.

Os momentos:








quarta-feira, 29 de outubro de 2014

4º dia de caça às perdizes

Porto de Mós, 26 de Outubro de 2014

Mudança da hora e o que seriam 08h00 para a hora oficial do nascer do sol, passou a ser às 07h00.
Pelas previsões meteorológicas hoje seria mais uma manhã quente, e assim foi, sem uma pequena aragem até cerca das 10h30.
As perdizes, essas, resolviam levantar a pelo menos 200 metros na medida real ou 500 metros na tabela de caçador, sem avisar e a tentar passar despercebidas.
Batidos os cantos mais suspeitos, cedo nos apercebemos que hoje seria mais um dia atípico por força de todas as condicionantes...até das pernas!
Dada a volta ao "nosso" cabeço e depois de visto um levante bem longe do alcance útil das 32 gr de chumbo nº6, fez-se uma pequena pausa para hidratar, primeiro o "Guigo" e depois o próprio, o "Guigo" sempre se hidratou, quanto a mim, quando me preparava para a hidratação, escuto o berro:
- Olha aííííííí!
Viro-me e por cima de mim vejo uma "vermelhuda" de asa aberta. Primeiro tiro, de chofre, para o céu azul. Corrijo e acompanho a "vermelhuda" num swing como mandam as regras, primo o gatilho e a carga de 32 de nº6 faz tomba-la.
- Porra, grande tiro! (passe a imodéstia! eh! eh!)
Pequenos momentos que ficam na retina. Momentos que só estas perdizes nos fazem ter. 

 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

3ª dia à perdiz

Porto de Mós, 19 de Outubro

No 3º dia à perdiz tudo mudou, com uma temperatura elevada, as vermelhudas quase que desapareceram. Não conseguimos dar com o bando, aquele bando, que bons encontros tem protagonizado.
Para o retrato final ficou um "orelhas"!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Também se caça à chuva!

Porto de Mós, 12/10/2014

A caça é uma actividade que se desenrola maioritariamente durante os meses do Outono e Inverno, logo sujeita a condições meteorológicas mais ou menos desfavoráveis par os praticantes da arte cinegética.
Por esse motivo, quando o despertador tocou e escutei o som da chuva, aliada a um forte vento de sul, resignei-me e preparei-me para uma manhã difícil atrás das vermelhudas.
Difícil o quanto baste, mas quem corre por gosto não cansa. Por fim conseguimos dar a volta certa e, desta vez, as 32 gramas de chumbo nº6 fizeram cair uma "veterana" perdiz.
"Veterana" com cicatrizes de outras lutas!
Na pata direita era visível uma cicatriz e deformação que provavelmente seria em resultado de uma bago de chumbo.